sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Relatos vivenciado no ambiente escolar

O inicio de minha vida escolar foi um pouco difícil, pois mesmo estando ansiosa para ir pela primeira vez à escola fiquei com medo. Mas logo isso passou, adaptei-me a professora, colegas e já gostava de ter que ir todos os dias para aula. A primeira salinha que estudei era bem arejado e ornamentada, eu e minhas colegas aguardavamos ansiosas a hora do recreio para poder lanchar e brincar.
Lembro-me que desde muito pequena gostava de deixar os meus cadernos organizados e coloridos, sempre recebia elogios e por isso sentia-me cada vez mais a estudar.
Sei que foi uma época muito legal apesar de eu ter sido muito tímida e medrosa principalmente da professora, porque a professora daquela época era como uma autoridade muito importante e não era permitido desobedecer e muito menos contestar o que era ensinado por alguém que sabia tudo.
Tive uma professora que era tão braba, acho que por isso até hoje lembro dela. Sempre ficava atenta as suas aulas e por isso nunca levei bronca, mas ficada com tanto medo só de ver ela ficar braba com os outros. Sempre tive e tenho dificuldades para falar em público,m talvez pelo fato de ter sido educada com uma certa rigidez e sempre tendo um professor como uma autoridade que não podia ser contestada.

Tecnologias na Educação








As crianças e os jovens encontram nas novas tecnologias os recursos necessários para o processo de aprendizagem.
Desde que o computador se tornou pessoal e a rede mundial, muito se fala sobre uma revolução iminente na educação – educação entendida como sistema escolar. O fato é que já estamos há duas décadas neste processo e o sistema de ensino pouco se afetou. Mas este baixo impacto da revolução tecnológica no ensino escolar não passou incólume – a cada dia, mais e mais se fala do fracasso do sistema, do descrédito da profissão de ensinar, da indisciplina dos estudantes. Os dois fenômenos – a revolução tecnológica e o fracasso do sistema escolar – estão ligados: a nova geração tem uma forma de pensar, agir, se comunicar e relacionar que não encontra ressonância no modelo escolar.
As crianças e os jovens encontram nas novas tecnologias os recursos necessários para o processo de aprendizagem. Não se trata de conteúdos, mas sim de estímulo à curiosidade, de diversão, de oportunidades para que se percebam autores, de diálogos múltiplos, de desafios constantes, de aventura. É assim que saem da passividade da sala de aula para o engajamento nas redes sociais.